“é, trabalhar requer abrir mão de algumas coisas”

Se alguem resolvese revisar minha gramática certamente me corrigiria muito.

Não escrevo para ninguem. Se não estivesse com preguiça de pegar meu caderno escreveria lá onde ninguem jamais lerá. Não prefiro escrever lá por vergonha do que me vem a mente, mais por achar comodo anotar as idéias a mão em algo que está sempre a minha disposição. enfim.

a frase. a maldita frase que está na primeira linha deste texto.

Será que fiz a escolha certa?

sempre soube, aliás é clichê dizer que é preciso abrir mão de certas coisas para um emprego. mas… eu abri mão de muitas coisas.

Abri mão do LEO, abri mão da Ordem DeMolay e pensando bem praticamente abri mão de meus amigos. Abri mão do meu tempo. Abri mão até da convivencia com meus pais. Abrir mão…

é meu momento egoista.

Abro mão diariamente de tudo aquilo que me fazia feliz. Que apesar de todas as suas complicações me alegrava.

Um lamento por sí só não é a melhor saida.

Mas todo lamento deve ser lembrado. Pois quando isso acontece se tem a oportunidade de ver bem o que o cativa. O que causa desânimo.

Apartir daí consegue-se, em um momento de lucidez, avistar alternativas para voltar a ser alguem alegre.

Afinal. Qual é a verdadeira motivação de nossos dias?

Cansei de abrir mão.

Preciso aos poucos recuperar, voltar ao que me faz bem.

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