Desde o início das eras, o homem encontrou a necessidade de crer em algo maior. Também desde aquele tempo, povos diferentes tinham necessidades diferentes, crenças diferentes. E por terem diferenças e não conseguirem compreendê-las ou aceitá-las, surge o maior tema de discussão, lutas e revoltas da história da humanidade, o fanatismo religioso.

Ignorando a lógica de que não existe nenhum fato consumado em alguma religião que a torne mais ou menos correta e verídica que as demais, todos os dias muitos indivíduos discutem fervorosamente defendendo seus “deuses”. Não conseguem considerar e respeitar a ideologia do próximo, chegando ao ponto de encontrar dificuldades para conviver ou tolerar a crença alheia.

Quem mais sofre nas mãos destes fanáticos bitolados são os cientistas, materialistas, humanos racionais, que na maioria dos casos são mais tolerantes que os religiosos. Os devotos até conseguem controlar-se quando outro beato manifesta-se expondo e explicando sobre sua crença, porém alguns são absurdamente violentos com aqueles que não crêem em algo divino.

Todos os anos muitas pessoas são mortas por causa desta disputa sem fundamentos.

A maior dificuldade é conseguir compreender a racionalidade de tudo isso, pois, em grande parte das igrejas, templos, terreiros, etc. ensina-se a boa conduta e o amor, mas não se consegue evitar a hipocrisia de lutar entre si como inimigos numa rixa irracional.

“Deus, se você existe, por favor, salve-nos dos seus seguidores!”

Anúncios